Existem pessoas que possuem uma dificuldade natural de liberar amor. Elas conseguem ser educadas, tratar bem as pessoas, conviver em harmonia, mas quando uma situação exige dela: dar, sacrificar ou expressar algo mais profundo que pode ser, inclusive, um sentimento, ou o abrir mão de algo mais valioso é descortinada a sua real personalidade.
A situação se torna bastante complicada quando a pessoa faz parte de um ambiente cristão. O convívio em uma atmosfera de bondade, a princípio, pode perturbar, e muito, uma pessoa que não sabe e não quer amar. Ela se sente constrangida com o ceder dos colegas e acaba se frustrando por se sentir obrigada a ceder também.
Existem muitas pessoas nessa condição dentro das igrejas nos dias de hoje. Elas escutaram falar de Jesus, admiram a Sua Palavra e Seu caráter, mas não conseguem nascer de novo. Algumas até alcançam alguns cargos dentro das congregações, mas isso não muda o seu interior.
Elas precisam ser impactadas pelo amor de Deus. Por algum motivo, lá atrás, seus corações foram endurecidos. Talvez por um trauma, ou por uma vida dura de responsabilidades, por perdas, enfim, acabaram acreditando em uma grande mentira de satanás: A de que jamais conseguiriam amar intensamente.
Uma pessoa que vive essa situação, se solteira, bom é que aprenda a amar antes de casar. Caso contrário, além de sofrer muito na vida a dois, fará seu cônjuge bastante infeliz.
Deus se preocupa com essas pessoas e quer resgatá-las para junto de si. Quando Jesus, na cruz, pediu ao Pai que perdoasse aquele povo, mesmo depois de tamanha traição e afrontas, ali mostrava o que realmente é o amor de Deus.
Fica mais fácil aprender a amar quando se entende o tamanho do amor de Deus pelo homem.
Deus estava pronto a perdoar enquanto nós ainda éramos inimigos (Rom. 5:10), e mesmo antes de estarmos preparados para pedir perdão. (Rom. 5:8)
Deus perdoa qualquer tipo de pecado. (Êxodo 34:6-7)
"Pecado" (Errar o alvo da perfeição divina)
Deus concede perdão com base na sua misericórdia, e não porque você mereça.(Efe. 2:4-7) e (Col. 2:13-14).
Quando Deus concede perdão, Ele faz de modo completo. ( Salmo 103:10-12)
Ele purifica de "todo" pecado. (I João 1:9)
Ele não nos trata mais segundo nosso pecado, ao contrário a Bíblia diz que Ele cobre o nosso pecado (Salmo 32:1), e apaga todo nosso pecado. (Salmo 51:9)
Ele cessa de atribuir culpa pelo nosso pecado. (Salmo 32:2)
Ele promete não tocar mais no assunto. (Heb. 10:14-18)
Deus nunca nega perdão quando o pecado é confessado. (I João 1:9)
sábado, 17 de maio de 2008
O primeiro amor
Não se iluda: o primeiro amor não é, necessariamente, a(o) primeira(o) namorada(o). Mas também pode ser! O importante é que você entenda que a primeira paixão não é o primeiro amor.
Quando acontece o primeiro amor? Não é difícil para aquele que teve um encontro com Deus identificar a ocorrência do primeiro amor, porque há um paralelismo muito íntimo entre o encontro com Deus e o encontro com o primeiro amor.
O próprio Deus, inúmeras vezes, usa figuradamente a relação do homem e da mulher para descrever a sua relação com o ser humano:“Porque, como o jovem desposa a donzela, assim teus filhos te desposarão a ti; como o noivo se alegra da noiva, assim de ti se alegrará o teu Deus.”Isaías 62.5
“Porque zelo por vós com zelo de Deus; visto que vos tenho preparado para vos apresentar como virgem pura a um só esposo, que é Cristo.” 2 Coríntios 11.2
Quando verdadeiramente encontrei o Senhor Jesus, pude verificar imediatamente que nunca O tinha conhecido de fato. Foi uma experiência nova, diferente de tudo o que já havia experimentado.
Então, lancei fora todos os outros deuses e religiões desse mundo e abracei a fé pura e viva n’Ele.
Foi um amor que cresceu a cada dia. De repente, deixei de lado as coisas do mundo, as vontades da carne, os maus costumes de outrora, somente para agradá-Lo. Ansiava por estar em Sua casa, em Sua presença, falar com Ele em oração e cantar-Lhe louvores.
Ele, por sua vez, Se revelou a mim extremamente bom, misericordioso e compassivo, mostrando-me que, apesar das minhas tantas falhas e pecados, com Seu verdadeiro amor foi capaz de dar a própria vida por mim e tantos outros pecadores que há no mundo.
Ah, o primeiro amor! É impossível esquecer! É tão forte e sublime que o próprio Senhor Jesus exorta a Sua Igreja a não abandoná-Lo com o risco de perder a salvação: “Tenho, porém, contra ti que abandonaste o teu primeiro amor. Lembra-te, pois, de onde caíste, arrepende-te e volta à prática das primeiras obras; e, se não, venho a ti e moverei do seu lugar o teu candeeiro, caso não te arrependas.” Apocalipse 2.4,5
Assim também, quando encontramos a pessoa que virá a ser o nosso primeiro amor, o que existe primeiramente é uma simpatia por ela: o seu jeito, a sua maneira de relacionar-se com as outras
pessoas chama a nossa atenção. Daí, começamos a desenvolver um sentimento bom e amoroso em relação a ela, do mesmo jeito que acontece no nosso encontro com Jesus.
Sim, porque nunca acontece de uma pessoa chegar à igreja por ouvir falar de Jesus pela
primeira vez e logo cair de amores por Ele. Pelo contrário, eu levei quase dez meses para ter o meu encontro com Deus. Sabemos de outros que levaram menos e outros, ainda, que levaram mais tempo; porém, há sempre o momento de conversão total, do encontro com Deus.
Baseado nisso, creio que o amor verdadeiro entre um homem e uma mulher só vai sedimentar-se, amadurecer de fato, depois do casamento. Esse é o momento em que entram em aliança conjugal
e passam a ver a nudez física e espiritual um do outro, então o verdadeiro amor pode criar raízes.
É aí que um será capaz de ver os defeitos do outro e aprender a suportá-los. Vão enfrentar
problemas e dificuldades juntos e terão de aprender a superá-los e vencê-los.
Então, o que há no período de namoro é uma atração, um gostar, um simpatizar, que são como sementes do amor que virá verdadeiramente depois, no casamento.
Talvez você pergunte: “Então, como é que eu vou saber se aquela pessoa é a certa, se o amor verdadeiro só nasce depois do casamento?” Muito simples. Basta verificar se o sentimento que você tem pela pessoa não é apenas uma paixão. Pergunte a você mesmo: “A minha atração é mais pela beleza exterior da pessoa, pela posição ou pelo que ela tem?”; “Esse sentimento está me fazendo cego às incompatibilidades existentes? (cultura, idade, espiritualidade, fé, etc.)”; “É essa a pessoa que quero ter ao meu lado até o fim da vida?”
Seja honesto consigo mesmo e as respostas a essas perguntas o ajudarão a diferenciar o primeiro amor de outros sentimentos enganosos.
Quando acontece o primeiro amor? Não é difícil para aquele que teve um encontro com Deus identificar a ocorrência do primeiro amor, porque há um paralelismo muito íntimo entre o encontro com Deus e o encontro com o primeiro amor.
O próprio Deus, inúmeras vezes, usa figuradamente a relação do homem e da mulher para descrever a sua relação com o ser humano:“Porque, como o jovem desposa a donzela, assim teus filhos te desposarão a ti; como o noivo se alegra da noiva, assim de ti se alegrará o teu Deus.”Isaías 62.5
“Porque zelo por vós com zelo de Deus; visto que vos tenho preparado para vos apresentar como virgem pura a um só esposo, que é Cristo.” 2 Coríntios 11.2
Quando verdadeiramente encontrei o Senhor Jesus, pude verificar imediatamente que nunca O tinha conhecido de fato. Foi uma experiência nova, diferente de tudo o que já havia experimentado.
Então, lancei fora todos os outros deuses e religiões desse mundo e abracei a fé pura e viva n’Ele.
Foi um amor que cresceu a cada dia. De repente, deixei de lado as coisas do mundo, as vontades da carne, os maus costumes de outrora, somente para agradá-Lo. Ansiava por estar em Sua casa, em Sua presença, falar com Ele em oração e cantar-Lhe louvores.
Ele, por sua vez, Se revelou a mim extremamente bom, misericordioso e compassivo, mostrando-me que, apesar das minhas tantas falhas e pecados, com Seu verdadeiro amor foi capaz de dar a própria vida por mim e tantos outros pecadores que há no mundo.
Ah, o primeiro amor! É impossível esquecer! É tão forte e sublime que o próprio Senhor Jesus exorta a Sua Igreja a não abandoná-Lo com o risco de perder a salvação: “Tenho, porém, contra ti que abandonaste o teu primeiro amor. Lembra-te, pois, de onde caíste, arrepende-te e volta à prática das primeiras obras; e, se não, venho a ti e moverei do seu lugar o teu candeeiro, caso não te arrependas.” Apocalipse 2.4,5
Assim também, quando encontramos a pessoa que virá a ser o nosso primeiro amor, o que existe primeiramente é uma simpatia por ela: o seu jeito, a sua maneira de relacionar-se com as outras
pessoas chama a nossa atenção. Daí, começamos a desenvolver um sentimento bom e amoroso em relação a ela, do mesmo jeito que acontece no nosso encontro com Jesus.
Sim, porque nunca acontece de uma pessoa chegar à igreja por ouvir falar de Jesus pela
primeira vez e logo cair de amores por Ele. Pelo contrário, eu levei quase dez meses para ter o meu encontro com Deus. Sabemos de outros que levaram menos e outros, ainda, que levaram mais tempo; porém, há sempre o momento de conversão total, do encontro com Deus.
Baseado nisso, creio que o amor verdadeiro entre um homem e uma mulher só vai sedimentar-se, amadurecer de fato, depois do casamento. Esse é o momento em que entram em aliança conjugal
e passam a ver a nudez física e espiritual um do outro, então o verdadeiro amor pode criar raízes.
É aí que um será capaz de ver os defeitos do outro e aprender a suportá-los. Vão enfrentar
problemas e dificuldades juntos e terão de aprender a superá-los e vencê-los.
Então, o que há no período de namoro é uma atração, um gostar, um simpatizar, que são como sementes do amor que virá verdadeiramente depois, no casamento.
Talvez você pergunte: “Então, como é que eu vou saber se aquela pessoa é a certa, se o amor verdadeiro só nasce depois do casamento?” Muito simples. Basta verificar se o sentimento que você tem pela pessoa não é apenas uma paixão. Pergunte a você mesmo: “A minha atração é mais pela beleza exterior da pessoa, pela posição ou pelo que ela tem?”; “Esse sentimento está me fazendo cego às incompatibilidades existentes? (cultura, idade, espiritualidade, fé, etc.)”; “É essa a pessoa que quero ter ao meu lado até o fim da vida?”
Seja honesto consigo mesmo e as respostas a essas perguntas o ajudarão a diferenciar o primeiro amor de outros sentimentos enganosos.
Você sabe amar?
No grego antigo, a palavra amor é explicada mais amplamente do que o que se costuma resumir hoje. Para os gregos, o amor não subentende somente um sentimento, mas compreende três sentimentos diferentes: "eros", "phileo" e "ágape". Sendo assim, os gregos usavam a palavra de acordo com o tipo de amor a que estavam se referindo.
A palavra "eros" se referia ao amor sexual, que o cristão desfruta hoje dentro do casamento. A palavra "phileo" significava o amor que existia entre pais e filhos, e entre irmãos. E o amor “ágape" que é o mais profundo e o mais sublime de todos, que é o amor de Deus.
Um relacionamento para sobreviver precisa dos três tipos de amor. O amor ágape deve ser aprendido e esta aprendizagem exige esforço e conhecimento.
A Palavra de Deus oferece ao homem um manual que o ensina a amar nas três áreas. Ao todo, Deus revela ao homem, no livro de I Coríntios 13:4-7, 15 características do amor, que devem ser expressadas em sua vida.
A Bíblia diz que o amor é “sofredor”. Isso significa dizer que, quem ama de verdade, tem a habilidade de não se zangar com facilidade e não levantar a voz, ou perde a calma. Isso precisa ser trabalhado, todos os dias.
O amor é benigno, portanto, quem diz ter a qualidade de amar, precisa praticar a bondade. Olhar a pessoa amada com bons olhos, elogiando-a ao invés de criticá-la, é um ponto importante e muito positivo.
Uma outra característica do amor é que ele “não é invejoso”. Portanto, não se pode ter insegurança porque o outro tem um emprego melhor, ou é mais capacitado ou até mesmo mais atraente.
O amor “não trata com leviandade”. Se alguém procura sempre ser o centro das atenções, se gabando todo o tempo, fazendo com que a pessoa que está ao lado se sinta humilhada, certamente ela não ama e precisa se corrigir rapidamente.
Um outro ponto chave é que o amor “não se ensoberbece”. Não pode haver orgulho e arrogância no trato da pessoa amada. Esperar ser bajulado(a) por tomar atitudes que são de inteira responsabilidade dela própria sinaliza total imaturidade. O amor “não se porta com indecência”. Uma pessoa que ama não pode ser grosseira, sarcástica nem debochada. Ao contrário, ela precisa mostrar cada vez mais o seu amor com carinho e cortesia.
Uma pessoa que ama de verdade também “não busca os seus próprios interesses”. Em vez de ficar exigindo direitos, ela busca sempre o bem-estar da pessoa amada, observando suas necessidades, inclusive espirituais.
Um outro foco importante é que o amor “não se irrita”. Um amor verdadeiro não causa exaspero ou amargura.
O verdadeiro amor “não suspeita o mal”. A confiança é um ponto chave para sustentar qualquer relacionamento. É preciso confiar de todo coração e ter a capacidade de perdoar.
O amor “não folga com a injustiça”. Uma pessoa que regozija quando a outra erra é porque nunca conheceu o amor. Quem ama, luta para levantar o outro, mesmo diante dos piores erros.
A Palavra de Deus diz que quem ama “folga com a verdade”. Não importa se somente a pessoa amada é quem recebe os elogios ou recompensas, que em parte caberiam aos dois. Quem ama se alegra em ver o outro feliz.
Está escrito que quem ama “tudo sofre”. Uma pessoa é capaz de suportar qualquer provação ou angústia pelo bem daquele que ama.
O amor “tudo crê”. O sentimento sincero de quem ama produz não só a confiança na pessoa amada como o reconhecimento e a valorização de sua posição diante de Deus.
A Bíblia relata também que o amor “tudo espera”. Quando se crê que ama, há confiança de que Deus está agindo na vida da pessoa amada. Quem ama acredita com todas as forças que Deus está trabalhando e moldando como o oleiro faz com o barro.
É o amor verdadeiro que faz uma pessoa “suportar tudo”. Esse é o amor que não se abala diante de crises ou qualquer outra situação.
É importante dizer que o amar não nasce de uma hora para outra. É um sentimento perfeito, mas que precisa ser construído. Como uma plantinha, o amor precisa ser regado todos os dias. É isso que o torna forte e inabalável.
Uma pessoa que se recusa a amar por medo de sofrer não entende a plenitude do amor. Quem não ama, é um eterno sofredor.
A palavra "eros" se referia ao amor sexual, que o cristão desfruta hoje dentro do casamento. A palavra "phileo" significava o amor que existia entre pais e filhos, e entre irmãos. E o amor “ágape" que é o mais profundo e o mais sublime de todos, que é o amor de Deus.
Um relacionamento para sobreviver precisa dos três tipos de amor. O amor ágape deve ser aprendido e esta aprendizagem exige esforço e conhecimento.
A Palavra de Deus oferece ao homem um manual que o ensina a amar nas três áreas. Ao todo, Deus revela ao homem, no livro de I Coríntios 13:4-7, 15 características do amor, que devem ser expressadas em sua vida.
A Bíblia diz que o amor é “sofredor”. Isso significa dizer que, quem ama de verdade, tem a habilidade de não se zangar com facilidade e não levantar a voz, ou perde a calma. Isso precisa ser trabalhado, todos os dias.
O amor é benigno, portanto, quem diz ter a qualidade de amar, precisa praticar a bondade. Olhar a pessoa amada com bons olhos, elogiando-a ao invés de criticá-la, é um ponto importante e muito positivo.
Uma outra característica do amor é que ele “não é invejoso”. Portanto, não se pode ter insegurança porque o outro tem um emprego melhor, ou é mais capacitado ou até mesmo mais atraente.
O amor “não trata com leviandade”. Se alguém procura sempre ser o centro das atenções, se gabando todo o tempo, fazendo com que a pessoa que está ao lado se sinta humilhada, certamente ela não ama e precisa se corrigir rapidamente.
Um outro ponto chave é que o amor “não se ensoberbece”. Não pode haver orgulho e arrogância no trato da pessoa amada. Esperar ser bajulado(a) por tomar atitudes que são de inteira responsabilidade dela própria sinaliza total imaturidade. O amor “não se porta com indecência”. Uma pessoa que ama não pode ser grosseira, sarcástica nem debochada. Ao contrário, ela precisa mostrar cada vez mais o seu amor com carinho e cortesia.
Uma pessoa que ama de verdade também “não busca os seus próprios interesses”. Em vez de ficar exigindo direitos, ela busca sempre o bem-estar da pessoa amada, observando suas necessidades, inclusive espirituais.
Um outro foco importante é que o amor “não se irrita”. Um amor verdadeiro não causa exaspero ou amargura.
O verdadeiro amor “não suspeita o mal”. A confiança é um ponto chave para sustentar qualquer relacionamento. É preciso confiar de todo coração e ter a capacidade de perdoar.
O amor “não folga com a injustiça”. Uma pessoa que regozija quando a outra erra é porque nunca conheceu o amor. Quem ama, luta para levantar o outro, mesmo diante dos piores erros.
A Palavra de Deus diz que quem ama “folga com a verdade”. Não importa se somente a pessoa amada é quem recebe os elogios ou recompensas, que em parte caberiam aos dois. Quem ama se alegra em ver o outro feliz.
Está escrito que quem ama “tudo sofre”. Uma pessoa é capaz de suportar qualquer provação ou angústia pelo bem daquele que ama.
O amor “tudo crê”. O sentimento sincero de quem ama produz não só a confiança na pessoa amada como o reconhecimento e a valorização de sua posição diante de Deus.
A Bíblia relata também que o amor “tudo espera”. Quando se crê que ama, há confiança de que Deus está agindo na vida da pessoa amada. Quem ama acredita com todas as forças que Deus está trabalhando e moldando como o oleiro faz com o barro.
É o amor verdadeiro que faz uma pessoa “suportar tudo”. Esse é o amor que não se abala diante de crises ou qualquer outra situação.
É importante dizer que o amar não nasce de uma hora para outra. É um sentimento perfeito, mas que precisa ser construído. Como uma plantinha, o amor precisa ser regado todos os dias. É isso que o torna forte e inabalável.
Uma pessoa que se recusa a amar por medo de sofrer não entende a plenitude do amor. Quem não ama, é um eterno sofredor.
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