Existem pessoas que possuem uma dificuldade natural de liberar amor. Elas conseguem ser educadas, tratar bem as pessoas, conviver em harmonia, mas quando uma situação exige dela: dar, sacrificar ou expressar algo mais profundo que pode ser, inclusive, um sentimento, ou o abrir mão de algo mais valioso é descortinada a sua real personalidade.
A situação se torna bastante complicada quando a pessoa faz parte de um ambiente cristão. O convívio em uma atmosfera de bondade, a princípio, pode perturbar, e muito, uma pessoa que não sabe e não quer amar. Ela se sente constrangida com o ceder dos colegas e acaba se frustrando por se sentir obrigada a ceder também.
Existem muitas pessoas nessa condição dentro das igrejas nos dias de hoje. Elas escutaram falar de Jesus, admiram a Sua Palavra e Seu caráter, mas não conseguem nascer de novo. Algumas até alcançam alguns cargos dentro das congregações, mas isso não muda o seu interior.
Elas precisam ser impactadas pelo amor de Deus. Por algum motivo, lá atrás, seus corações foram endurecidos. Talvez por um trauma, ou por uma vida dura de responsabilidades, por perdas, enfim, acabaram acreditando em uma grande mentira de satanás: A de que jamais conseguiriam amar intensamente.
Uma pessoa que vive essa situação, se solteira, bom é que aprenda a amar antes de casar. Caso contrário, além de sofrer muito na vida a dois, fará seu cônjuge bastante infeliz.
Deus se preocupa com essas pessoas e quer resgatá-las para junto de si. Quando Jesus, na cruz, pediu ao Pai que perdoasse aquele povo, mesmo depois de tamanha traição e afrontas, ali mostrava o que realmente é o amor de Deus.
Fica mais fácil aprender a amar quando se entende o tamanho do amor de Deus pelo homem.
Deus estava pronto a perdoar enquanto nós ainda éramos inimigos (Rom. 5:10), e mesmo antes de estarmos preparados para pedir perdão. (Rom. 5:8)
Deus perdoa qualquer tipo de pecado. (Êxodo 34:6-7)
"Pecado" (Errar o alvo da perfeição divina)
Deus concede perdão com base na sua misericórdia, e não porque você mereça.(Efe. 2:4-7) e (Col. 2:13-14).
Quando Deus concede perdão, Ele faz de modo completo. ( Salmo 103:10-12)
Ele purifica de "todo" pecado. (I João 1:9)
Ele não nos trata mais segundo nosso pecado, ao contrário a Bíblia diz que Ele cobre o nosso pecado (Salmo 32:1), e apaga todo nosso pecado. (Salmo 51:9)
Ele cessa de atribuir culpa pelo nosso pecado. (Salmo 32:2)
Ele promete não tocar mais no assunto. (Heb. 10:14-18)
Deus nunca nega perdão quando o pecado é confessado. (I João 1:9)
sábado, 17 de maio de 2008
O primeiro amor
Não se iluda: o primeiro amor não é, necessariamente, a(o) primeira(o) namorada(o). Mas também pode ser! O importante é que você entenda que a primeira paixão não é o primeiro amor.
Quando acontece o primeiro amor? Não é difícil para aquele que teve um encontro com Deus identificar a ocorrência do primeiro amor, porque há um paralelismo muito íntimo entre o encontro com Deus e o encontro com o primeiro amor.
O próprio Deus, inúmeras vezes, usa figuradamente a relação do homem e da mulher para descrever a sua relação com o ser humano:“Porque, como o jovem desposa a donzela, assim teus filhos te desposarão a ti; como o noivo se alegra da noiva, assim de ti se alegrará o teu Deus.”Isaías 62.5
“Porque zelo por vós com zelo de Deus; visto que vos tenho preparado para vos apresentar como virgem pura a um só esposo, que é Cristo.” 2 Coríntios 11.2
Quando verdadeiramente encontrei o Senhor Jesus, pude verificar imediatamente que nunca O tinha conhecido de fato. Foi uma experiência nova, diferente de tudo o que já havia experimentado.
Então, lancei fora todos os outros deuses e religiões desse mundo e abracei a fé pura e viva n’Ele.
Foi um amor que cresceu a cada dia. De repente, deixei de lado as coisas do mundo, as vontades da carne, os maus costumes de outrora, somente para agradá-Lo. Ansiava por estar em Sua casa, em Sua presença, falar com Ele em oração e cantar-Lhe louvores.
Ele, por sua vez, Se revelou a mim extremamente bom, misericordioso e compassivo, mostrando-me que, apesar das minhas tantas falhas e pecados, com Seu verdadeiro amor foi capaz de dar a própria vida por mim e tantos outros pecadores que há no mundo.
Ah, o primeiro amor! É impossível esquecer! É tão forte e sublime que o próprio Senhor Jesus exorta a Sua Igreja a não abandoná-Lo com o risco de perder a salvação: “Tenho, porém, contra ti que abandonaste o teu primeiro amor. Lembra-te, pois, de onde caíste, arrepende-te e volta à prática das primeiras obras; e, se não, venho a ti e moverei do seu lugar o teu candeeiro, caso não te arrependas.” Apocalipse 2.4,5
Assim também, quando encontramos a pessoa que virá a ser o nosso primeiro amor, o que existe primeiramente é uma simpatia por ela: o seu jeito, a sua maneira de relacionar-se com as outras
pessoas chama a nossa atenção. Daí, começamos a desenvolver um sentimento bom e amoroso em relação a ela, do mesmo jeito que acontece no nosso encontro com Jesus.
Sim, porque nunca acontece de uma pessoa chegar à igreja por ouvir falar de Jesus pela
primeira vez e logo cair de amores por Ele. Pelo contrário, eu levei quase dez meses para ter o meu encontro com Deus. Sabemos de outros que levaram menos e outros, ainda, que levaram mais tempo; porém, há sempre o momento de conversão total, do encontro com Deus.
Baseado nisso, creio que o amor verdadeiro entre um homem e uma mulher só vai sedimentar-se, amadurecer de fato, depois do casamento. Esse é o momento em que entram em aliança conjugal
e passam a ver a nudez física e espiritual um do outro, então o verdadeiro amor pode criar raízes.
É aí que um será capaz de ver os defeitos do outro e aprender a suportá-los. Vão enfrentar
problemas e dificuldades juntos e terão de aprender a superá-los e vencê-los.
Então, o que há no período de namoro é uma atração, um gostar, um simpatizar, que são como sementes do amor que virá verdadeiramente depois, no casamento.
Talvez você pergunte: “Então, como é que eu vou saber se aquela pessoa é a certa, se o amor verdadeiro só nasce depois do casamento?” Muito simples. Basta verificar se o sentimento que você tem pela pessoa não é apenas uma paixão. Pergunte a você mesmo: “A minha atração é mais pela beleza exterior da pessoa, pela posição ou pelo que ela tem?”; “Esse sentimento está me fazendo cego às incompatibilidades existentes? (cultura, idade, espiritualidade, fé, etc.)”; “É essa a pessoa que quero ter ao meu lado até o fim da vida?”
Seja honesto consigo mesmo e as respostas a essas perguntas o ajudarão a diferenciar o primeiro amor de outros sentimentos enganosos.
Quando acontece o primeiro amor? Não é difícil para aquele que teve um encontro com Deus identificar a ocorrência do primeiro amor, porque há um paralelismo muito íntimo entre o encontro com Deus e o encontro com o primeiro amor.
O próprio Deus, inúmeras vezes, usa figuradamente a relação do homem e da mulher para descrever a sua relação com o ser humano:“Porque, como o jovem desposa a donzela, assim teus filhos te desposarão a ti; como o noivo se alegra da noiva, assim de ti se alegrará o teu Deus.”Isaías 62.5
“Porque zelo por vós com zelo de Deus; visto que vos tenho preparado para vos apresentar como virgem pura a um só esposo, que é Cristo.” 2 Coríntios 11.2
Quando verdadeiramente encontrei o Senhor Jesus, pude verificar imediatamente que nunca O tinha conhecido de fato. Foi uma experiência nova, diferente de tudo o que já havia experimentado.
Então, lancei fora todos os outros deuses e religiões desse mundo e abracei a fé pura e viva n’Ele.
Foi um amor que cresceu a cada dia. De repente, deixei de lado as coisas do mundo, as vontades da carne, os maus costumes de outrora, somente para agradá-Lo. Ansiava por estar em Sua casa, em Sua presença, falar com Ele em oração e cantar-Lhe louvores.
Ele, por sua vez, Se revelou a mim extremamente bom, misericordioso e compassivo, mostrando-me que, apesar das minhas tantas falhas e pecados, com Seu verdadeiro amor foi capaz de dar a própria vida por mim e tantos outros pecadores que há no mundo.
Ah, o primeiro amor! É impossível esquecer! É tão forte e sublime que o próprio Senhor Jesus exorta a Sua Igreja a não abandoná-Lo com o risco de perder a salvação: “Tenho, porém, contra ti que abandonaste o teu primeiro amor. Lembra-te, pois, de onde caíste, arrepende-te e volta à prática das primeiras obras; e, se não, venho a ti e moverei do seu lugar o teu candeeiro, caso não te arrependas.” Apocalipse 2.4,5
Assim também, quando encontramos a pessoa que virá a ser o nosso primeiro amor, o que existe primeiramente é uma simpatia por ela: o seu jeito, a sua maneira de relacionar-se com as outras
pessoas chama a nossa atenção. Daí, começamos a desenvolver um sentimento bom e amoroso em relação a ela, do mesmo jeito que acontece no nosso encontro com Jesus.
Sim, porque nunca acontece de uma pessoa chegar à igreja por ouvir falar de Jesus pela
primeira vez e logo cair de amores por Ele. Pelo contrário, eu levei quase dez meses para ter o meu encontro com Deus. Sabemos de outros que levaram menos e outros, ainda, que levaram mais tempo; porém, há sempre o momento de conversão total, do encontro com Deus.
Baseado nisso, creio que o amor verdadeiro entre um homem e uma mulher só vai sedimentar-se, amadurecer de fato, depois do casamento. Esse é o momento em que entram em aliança conjugal
e passam a ver a nudez física e espiritual um do outro, então o verdadeiro amor pode criar raízes.
É aí que um será capaz de ver os defeitos do outro e aprender a suportá-los. Vão enfrentar
problemas e dificuldades juntos e terão de aprender a superá-los e vencê-los.
Então, o que há no período de namoro é uma atração, um gostar, um simpatizar, que são como sementes do amor que virá verdadeiramente depois, no casamento.
Talvez você pergunte: “Então, como é que eu vou saber se aquela pessoa é a certa, se o amor verdadeiro só nasce depois do casamento?” Muito simples. Basta verificar se o sentimento que você tem pela pessoa não é apenas uma paixão. Pergunte a você mesmo: “A minha atração é mais pela beleza exterior da pessoa, pela posição ou pelo que ela tem?”; “Esse sentimento está me fazendo cego às incompatibilidades existentes? (cultura, idade, espiritualidade, fé, etc.)”; “É essa a pessoa que quero ter ao meu lado até o fim da vida?”
Seja honesto consigo mesmo e as respostas a essas perguntas o ajudarão a diferenciar o primeiro amor de outros sentimentos enganosos.
Você sabe amar?
No grego antigo, a palavra amor é explicada mais amplamente do que o que se costuma resumir hoje. Para os gregos, o amor não subentende somente um sentimento, mas compreende três sentimentos diferentes: "eros", "phileo" e "ágape". Sendo assim, os gregos usavam a palavra de acordo com o tipo de amor a que estavam se referindo.
A palavra "eros" se referia ao amor sexual, que o cristão desfruta hoje dentro do casamento. A palavra "phileo" significava o amor que existia entre pais e filhos, e entre irmãos. E o amor “ágape" que é o mais profundo e o mais sublime de todos, que é o amor de Deus.
Um relacionamento para sobreviver precisa dos três tipos de amor. O amor ágape deve ser aprendido e esta aprendizagem exige esforço e conhecimento.
A Palavra de Deus oferece ao homem um manual que o ensina a amar nas três áreas. Ao todo, Deus revela ao homem, no livro de I Coríntios 13:4-7, 15 características do amor, que devem ser expressadas em sua vida.
A Bíblia diz que o amor é “sofredor”. Isso significa dizer que, quem ama de verdade, tem a habilidade de não se zangar com facilidade e não levantar a voz, ou perde a calma. Isso precisa ser trabalhado, todos os dias.
O amor é benigno, portanto, quem diz ter a qualidade de amar, precisa praticar a bondade. Olhar a pessoa amada com bons olhos, elogiando-a ao invés de criticá-la, é um ponto importante e muito positivo.
Uma outra característica do amor é que ele “não é invejoso”. Portanto, não se pode ter insegurança porque o outro tem um emprego melhor, ou é mais capacitado ou até mesmo mais atraente.
O amor “não trata com leviandade”. Se alguém procura sempre ser o centro das atenções, se gabando todo o tempo, fazendo com que a pessoa que está ao lado se sinta humilhada, certamente ela não ama e precisa se corrigir rapidamente.
Um outro ponto chave é que o amor “não se ensoberbece”. Não pode haver orgulho e arrogância no trato da pessoa amada. Esperar ser bajulado(a) por tomar atitudes que são de inteira responsabilidade dela própria sinaliza total imaturidade. O amor “não se porta com indecência”. Uma pessoa que ama não pode ser grosseira, sarcástica nem debochada. Ao contrário, ela precisa mostrar cada vez mais o seu amor com carinho e cortesia.
Uma pessoa que ama de verdade também “não busca os seus próprios interesses”. Em vez de ficar exigindo direitos, ela busca sempre o bem-estar da pessoa amada, observando suas necessidades, inclusive espirituais.
Um outro foco importante é que o amor “não se irrita”. Um amor verdadeiro não causa exaspero ou amargura.
O verdadeiro amor “não suspeita o mal”. A confiança é um ponto chave para sustentar qualquer relacionamento. É preciso confiar de todo coração e ter a capacidade de perdoar.
O amor “não folga com a injustiça”. Uma pessoa que regozija quando a outra erra é porque nunca conheceu o amor. Quem ama, luta para levantar o outro, mesmo diante dos piores erros.
A Palavra de Deus diz que quem ama “folga com a verdade”. Não importa se somente a pessoa amada é quem recebe os elogios ou recompensas, que em parte caberiam aos dois. Quem ama se alegra em ver o outro feliz.
Está escrito que quem ama “tudo sofre”. Uma pessoa é capaz de suportar qualquer provação ou angústia pelo bem daquele que ama.
O amor “tudo crê”. O sentimento sincero de quem ama produz não só a confiança na pessoa amada como o reconhecimento e a valorização de sua posição diante de Deus.
A Bíblia relata também que o amor “tudo espera”. Quando se crê que ama, há confiança de que Deus está agindo na vida da pessoa amada. Quem ama acredita com todas as forças que Deus está trabalhando e moldando como o oleiro faz com o barro.
É o amor verdadeiro que faz uma pessoa “suportar tudo”. Esse é o amor que não se abala diante de crises ou qualquer outra situação.
É importante dizer que o amar não nasce de uma hora para outra. É um sentimento perfeito, mas que precisa ser construído. Como uma plantinha, o amor precisa ser regado todos os dias. É isso que o torna forte e inabalável.
Uma pessoa que se recusa a amar por medo de sofrer não entende a plenitude do amor. Quem não ama, é um eterno sofredor.
A palavra "eros" se referia ao amor sexual, que o cristão desfruta hoje dentro do casamento. A palavra "phileo" significava o amor que existia entre pais e filhos, e entre irmãos. E o amor “ágape" que é o mais profundo e o mais sublime de todos, que é o amor de Deus.
Um relacionamento para sobreviver precisa dos três tipos de amor. O amor ágape deve ser aprendido e esta aprendizagem exige esforço e conhecimento.
A Palavra de Deus oferece ao homem um manual que o ensina a amar nas três áreas. Ao todo, Deus revela ao homem, no livro de I Coríntios 13:4-7, 15 características do amor, que devem ser expressadas em sua vida.
A Bíblia diz que o amor é “sofredor”. Isso significa dizer que, quem ama de verdade, tem a habilidade de não se zangar com facilidade e não levantar a voz, ou perde a calma. Isso precisa ser trabalhado, todos os dias.
O amor é benigno, portanto, quem diz ter a qualidade de amar, precisa praticar a bondade. Olhar a pessoa amada com bons olhos, elogiando-a ao invés de criticá-la, é um ponto importante e muito positivo.
Uma outra característica do amor é que ele “não é invejoso”. Portanto, não se pode ter insegurança porque o outro tem um emprego melhor, ou é mais capacitado ou até mesmo mais atraente.
O amor “não trata com leviandade”. Se alguém procura sempre ser o centro das atenções, se gabando todo o tempo, fazendo com que a pessoa que está ao lado se sinta humilhada, certamente ela não ama e precisa se corrigir rapidamente.
Um outro ponto chave é que o amor “não se ensoberbece”. Não pode haver orgulho e arrogância no trato da pessoa amada. Esperar ser bajulado(a) por tomar atitudes que são de inteira responsabilidade dela própria sinaliza total imaturidade. O amor “não se porta com indecência”. Uma pessoa que ama não pode ser grosseira, sarcástica nem debochada. Ao contrário, ela precisa mostrar cada vez mais o seu amor com carinho e cortesia.
Uma pessoa que ama de verdade também “não busca os seus próprios interesses”. Em vez de ficar exigindo direitos, ela busca sempre o bem-estar da pessoa amada, observando suas necessidades, inclusive espirituais.
Um outro foco importante é que o amor “não se irrita”. Um amor verdadeiro não causa exaspero ou amargura.
O verdadeiro amor “não suspeita o mal”. A confiança é um ponto chave para sustentar qualquer relacionamento. É preciso confiar de todo coração e ter a capacidade de perdoar.
O amor “não folga com a injustiça”. Uma pessoa que regozija quando a outra erra é porque nunca conheceu o amor. Quem ama, luta para levantar o outro, mesmo diante dos piores erros.
A Palavra de Deus diz que quem ama “folga com a verdade”. Não importa se somente a pessoa amada é quem recebe os elogios ou recompensas, que em parte caberiam aos dois. Quem ama se alegra em ver o outro feliz.
Está escrito que quem ama “tudo sofre”. Uma pessoa é capaz de suportar qualquer provação ou angústia pelo bem daquele que ama.
O amor “tudo crê”. O sentimento sincero de quem ama produz não só a confiança na pessoa amada como o reconhecimento e a valorização de sua posição diante de Deus.
A Bíblia relata também que o amor “tudo espera”. Quando se crê que ama, há confiança de que Deus está agindo na vida da pessoa amada. Quem ama acredita com todas as forças que Deus está trabalhando e moldando como o oleiro faz com o barro.
É o amor verdadeiro que faz uma pessoa “suportar tudo”. Esse é o amor que não se abala diante de crises ou qualquer outra situação.
É importante dizer que o amar não nasce de uma hora para outra. É um sentimento perfeito, mas que precisa ser construído. Como uma plantinha, o amor precisa ser regado todos os dias. É isso que o torna forte e inabalável.
Uma pessoa que se recusa a amar por medo de sofrer não entende a plenitude do amor. Quem não ama, é um eterno sofredor.
sexta-feira, 2 de maio de 2008
Ciúme, eu? Hora de tratar os espinhos no ninho
Uma esposa exigir atenção do marido é mais do que normal, afinal, ela casou para tê-lo perto dela. Não é comum da mulher se adaptar a um segundo lugar, isso é bíblico. Esposas que ocupavam o segundo lugar como Hagar, Léia e Penina, se sentiam altamente infelizes por saberem que seus maridos manifestavam uma evidente atração pela esposa preferida.O ciúme foi o primeiro crime da história da humanidade. Caim matou seu irmão Abel envenenado pelo ciúme. O ciúme tem destruído lares, rompido com amizades e acabado com laços familiares. Uma pessoa ciumenta duvida de tudo o que dizem a ela e de todos. O pior do pavor de quem tem ciúme é perder.
Ciúme doentio nada tem a ver com amor. O amor jamais é possessivo (1 Coríntios 13.4-5). A pessoa que é ciumenta certamente começou com esse comportamento lá na infância, com as bonecas, as panelinhas, na relação com os pais e com as amiguinhas.
A psicologia já comprovou que toda pessoa ciumenta é possessiva, tem baixa auto-estima e se sente freqüentemente injustiçada. O cônjuge do ciumento vive um tormento insuportável porque passa toda uma vida justificando o que não fez.
A Palavra de Deus tem a resposta para todas as coisas. Quando uma pessoa reconhece a sua falha diante de Deus, Ele não só perdoa, mas limpa o coração do homem de toda impureza, transformando-o em uma nova criatura. 1 João 1.9 – “Se confessarmos os nossos pecados, ele é fiel e justo para nos perdoar os pecados e nos purificar de toda injustiça.” Esse é o grande segredo para tratar de um espinho no ninho. O ciúme é um pecado e deve ser tratado como tal.
Vida de bênção fora do padrao divino,é impossivel recebe-la
É bastante comum hoje em dia vermos, dentro das igrejas, pessoas falando sobre um determinado assunto bíblico sem conhecê-lo com clareza. Isso acontece porque muitos buscam o que não compreendem.A palavra bênção vem do hebraico barak, que significa ajoelhar-se, submeter-se, honrar um superior. Sendo assim, quem deseja ser abençoado precisa manter uma relação de obediência com aquele de onde ela provém: Deus!
Se um cristão pensa que pode ter bênção e ao mesmo tempo viver uma vida fora dos padrões divinos está sendo vítima do engano de satanás. A Palavra de Deus é bem clara quando diz: “Se atentamente ouvirdes o Senhor teu Deus...Bendito serás...”. Por essa razão, a obediência sempre precede a bênção.
O fato de uma pessoa perseguir uma bênção desesperadamente não significa que vai alcançá-la. É a Palavra de Deus quem dita as regras. Observe o que diz o capítulo 28 do livro de Deuteronômio: “Se ouvirdes a voz do Senhor teu Deus, então virão sobre ti e te alcançarão todas estas bênçãos...”
É interessante essa reflexão de que as bênçãos é que nos alcança. Não adianta correr atrás dela somente pela fé porque Deus é Deus e vela por Sua Palavra para que se cumpra.
Se uma mulher anseia ver a sua casa em ordem, com um marido atencioso, seus filhos abençoados e tudo correndo na mais perfeita paz, certamente precisa ser obediente a voz do Senhor e o reino de Deus precisa ser prioridade em sua vida. Todas as bênçãos serão uma seqüência natural de atitudes de quebrantamento.
Bênção é um princípio espiritual multiplicador. Na maioria das vezes em que a palavra bênção aparece na Bíblia, seja antes ou depois, a multiplicação e a prosperidade se tornam reais. É importante lembrar que bênção e prosperidade não são termos unicamente relacionados a finanças, mas a qualquer área da vida humana.
Quer prosperar? Comece a atrair para todas as áreas de sua vida o princípio da bênção, seja no seu casamento, ministério, finanças, vida profissional, ou em qualquer outra área.
quinta-feira, 1 de maio de 2008
terapia no brasil
Vigília do Amor no Templo Maior Sonhos realizados durante a madrugada
RIO DE JANEIRO –
Cerca de 10 mil pessoas, vindas de várias partes da cidade, não mediram esforços para participar recentemente da Vigília do Amor na Noite da Criação, realizada pelo pastor Carlos Cucato, no Templo Maior, na Avenida Suburbana, 4.242, em Del Castilho, Zona Norte da cidade. O pastor realizou à meia-noite uma oração forte contra todo espírito de solidão e ressaltou: “Não é bom que o homem viva só.” E acrescentou: “A pior solidão é aquela em que o casal divide o mesmo teto, e até a cama, mas é como se vivessem sós.” Momentos como o encontro dos solteiros, distribuição do buquê do amor, consagração do homem e da mulher de caráter e o encontro dos casais também marcaram a vigília. Kader Singers, Adriana Marques e Michelle Nascimento, da Line Records, animaram a multidão presente. O Coral Jovem da Catedral também abrilhantou a reunião. “É uma responsabilidade muito grande, mas é maravilhoso estar aqui como serva do Deus vivo e poder ser um canal de bênçãos para a vida de pessoas que precisam e necessitam ouvir a Palavra, a voz do Senhor, através do louvor”, disse Michelle Nascimento. Adriana Marques disse ter sido um privilégio participar da Vigília do Amor. “Hoje, por coincidência, estou completando 15 anos de casada. O Senhor Jesus apresenta a terceira dobra no relacionamento. Quem anda sozinho pode ir rápido, mas não vai mais longe. Então, estar na Terapia significa fortalecer o relacionamento, o amor”, afirmou a cantora. Dois casamentos numa só noite O momento mais aguardado foi o casamento de dois casais que, através dos propósitos na Terapia do Amor, realizaram o grande sonho de selar a união no altar. “É a materialização de um sonho, que começou há alguns anos numa troca de olhar. Através da fé, das correntes, Deus foi tocando em nossos corações, nos dando a certeza de que ela era a pessoa certa. Percebi isso através das obras e do próprio comportamento. Hoje, estamos selando a nossa união”, diz Ricardo, que casou-se com Daiana. Viviane e Evandro também eram só alegria. “É um dia muito importante para nós dois. É um sonho que está sendo realizado, a nossa união representa a felicidade que está sendo entregue nas mãos de Deus. Ele nos proporcionou esse momento todo especial, então estamos completamente felizes”, afirmou o casal.
quarta-feira, 9 de abril de 2008
E a sua alma, para onde vai?
Uma das maiores preocupações do homem tem sido como ganhar mais e mais dinheiro. Muitos ocupam boa parte do tempo pensando em como obtê-lo. Entretanto, ao pensarmos no lado financeiro, temos de refletir nos dois extremos da nossa sociedade: o mundo dos pobres e o dos ricos. Enquanto os menos favorecidos pensam em dinheiro por uma questão de sobrevivência, os mais privilegiados economicamente disputam entre si o título de quem tem mais posses.De qualquer forma, o sucesso econômico é a “ordem do dia”. Cada vez mais, a preocupação com o material consome a força das pessoas. Isso não é novidade! Há mais de dois mil anos, o Senhor Jesus já definia esse tipo de homem e de mulher como cegos, pois não enxergavam nada além dos aspectos materiais deste mundo.
Ademais, as pessoas hoje não percebem a brevidade da vida e a eternidade da alma. Não distinguem o material do espiritual. Essa é a razão de apenas investirem tempo e energia na conquista e na abundância de bens. Só pensam no conforto, no descanso e no prazer do corpo mortal e corruptível.
A vida, para elas, resume-se àquilo que seus olhos vêem. Certamente, enquadram-se na parábola do homem rico que, achando-se possuidor de muitos bens, disse à sua alma “(...)Tens em depósito muitos bens para muitos anos; descansa, come, bebe e regala-te”. (Lucas 12.19).
É certo, porém, que a vida regalada e cheia de privilégios sempre chega ao fim. E, a parte incorpórea, a alma, um dia será transferida para o mundo sobrenatural. E, tendo em vista que, de todo o universo, a alma é a única fração indestrutível, literalmente imortal, pois nem Deus, nem a morte podem fazer com que desapareça. A alma é eterna, como o Senhor Jesus e os Seus anjos, ou como o diabo e os seus demônios.
A questão para decidir é: qual o destino da sua alma depois da morte? Onde ela habitará para sempre? E, se considerarmos que Deus jamais habitará com o pecado, com a imperfeição e com as trevas, pois é Santo, Puro, Perfeito, e que em Deus não há pecado, somente luz, Ele nunca aceitará se misturar com o imperfeito. Pela lógica, então, podemos crer que existem somente dois lugares em que a alma pode viver por toda a eternidade: no Céu, com Deus e Seus anjos, ou no Lago de Fogo e Enxofre, com o diabo e seus demônios.
Quem decide é você. Há quarenta anos, o Espírito Santo ajudou-me a tomar essa decisão. Duas perguntas mudaram a direção de minha vida: “Pois que aproveitará o homem se ganhar o mundo inteiro e perder a sua alma? Ou que dará o homem em troca da sua alma?”. (Mateus 16.26).
Deus abençoe a todos.
Bispo Edir Macedo
Aliança com Deus no Sinai
Ao término desta campanha de fé do Monte Sinai, podemos imaginar cada pessoa entrando em aliança com Deus. É bom lembrarmos que o Senhor escolheu essa Montanha Sagrada e a usou como Seu Trono para estabelecer a nação de Israel e fazer a aliança com o povo judeu.Como a Bíblia registra, foi nesse contexto do Monte Sinai que tudo isso aconteceu.
1. Deus apareceu a Moisés em uma sarça ardente no Sinai (Ex 3.2).
2. No Sinai, estava a rocha da qual o Senhor fez sair água. A rocha representa o Senhor Jesus (Ex 17.6).
3. Israel ficou bastante tempo no Sinai.
4. Monte Sinai - o monte escolhido pelo Altíssimo para revelar-Se a Moisés e depois aos filhos de Israel.
O Sinai representa o povo excluído, abandonado, injustiçado e ignorado pelos homens. Deus o escolheu para servir de referência para todos os povos de que há um Deus Vivo que Se preocupa com os humildes e desprezados!
Por esse motivo, o Sinai não é para aventureiros, nem para se tentar uma melhora de vida, mas para quem, apesar de não ter bens, está disposto a sacrificar. O Senhor Jesus deu Sua vida por nós… Se quisermos conquistar a plenitude da vida que Ele nos oferece, então, da mesma forma, teremos de sacrificar a nossa vida.
Moisés teve de fugir do Egito e foi se abrigar em Midiã. Ao chegar à casa de Jetro, seu sogro, nada tinha a oferecer senão a si mesmo. Fugitivo, solitário, sem eira nem beira. Mas foi justamente desse “homem que não tinha nada” que Deus fez um líder, um legislador, um estadista, um profeta, um libertador e um salvador para a nação de Israel.
Se você, ao subir no Altar, entregar a si próprio junto com seu sacrifício, certamente também será plenamente abençoado!
Deus abençoe a todos.
Bispo Edir Macedo
A grande decisão
Você já descobriu qual é o lugar ou espaço que você quer ocupar? Já respondeu para si mesmo onde quer servir a Deus: se no átrio ou no altar? Se no mais íntimo do seu coração você deseja servir a Deus no átrio, mas na sua mente, de acordo com a sua inteligência e o seu intelecto, toma a decisão de servi-lO no altar, mais cedo ou mais tarde, o seu coração vai se manifestar contra essa atitude.
Se o seu coração quer que você esteja no átrio, mas a sua mente quer que permaneça no altar, cedo ou tarde, o seu coração falará: ¨Olha, eu falei para você que eu não quero ficar no altar, mas sim no átrio¨. Aí então você vai ser envergonhado, pois não conseguirá desenvolver seu trabalho por estar no lugar errado.
Se você está no átrio e o seu coração está dizendo: ¨Aqui não é o meu lugar, o meu lugar é no altar¨, mas você diz ¨não¨, pois quer continuar no átrio, então não vai conquistar nada, e o seu coração vai amarrá-lo, e estará lutando contra si mesmo, e haverá um grande conflito interior.
Meu amigo, você precisa responder honestamente a essa pergunta: onde servir a Deus: no átrio ou no altar? Se o seu coração disser que não quer o altar, então esqueça-o, pois o átrio é o seu lugar.
O centro da sua vida deseja ficar no átrio, então nele você vai colaborar com tudo o que puder. É diferente para quem sacrifica no altar. Porém se o seu coração disser que deve ficar no altar, então vá, é lá que será abençoado, onde quer que esteja.
É como o casamento. O rapaz, depois de muito pensar, orar e analisar, finalmente escolhe a companheira ideal para ser feliz no seu casamento. E por ter analisado bem, a probabilidade de ser infeliz é muito remota porque determinou e definiu a moça para ser sua esposa e viver com ela o resto da vida. E estando feliz com ela, no seu coração não existirá espaço para outra pessoa.
Assim também é o homem de Deus que se autodefine no altar ou no átrio. Mas, se, por acaso, ele está no altar com o coração no átrio, será uma mala em todos os sentidos da vida. Sabe aquela mala cheia de pedra, sem alça e molhada, bem pesada, sem nada para segurar? Assim é a vida daquele que pretende ser homem de Deus no altar, mas cujo coração está no átrio.
Essa é a razão de a Igreja do Senhor Jesus, no mundo inteiro, estar fracassada, destruída e envergonhada. Cheia de homens preocupados com o seu próprio interesse e com o próprio nome. São verdadeiros Balaãos da vida. Homens que estão pretendendo usufruir dos direitos do átrio e do altar. Querem tudo para si e com isso, ao mesmo tempo, fazem com que a Igreja do Senhor Jesus seja afligida, pois neles há um desejo pessoal de segurança e de boa fama.
Na verdade são uns verdadeiros parasitas que vivem às custas dos sacrifícios dos companheiros que estão dando a vida no altar.
E com isso, os que estão no altar, mas o coração no átrio, não conseguem ser abençoados. Nem eles nem o povo, nem tampouco a igreja é abençoada, justamente por causa dessa atitude dúbia que preservam no coração.
Bispo Edir Macedo
A mulher que oferta
Há da parte de Deus uma instrução sobre o ofertar do homem, tanto no Velho como no Novo Testamento. Hoje há liberdade, pois não existe mais o domínio da Lei. É notório também que muitas coisas que estão registradas no Novo Testamento são mais fáceis de entender por causa de exemplos encontrados no Antigo.O Novo engloba a santidade e a longanimidade de Deus. Mas é no Velho que se compreende, com muito mais profundidade, o sentido de muitas características importantes do nosso Deus. (2 Coríntios 6:16-7:1; 1 Pedro 3:20).
Para entender melhor, no Novo Testamento há condenação à idolatria, mas é no Velho que se define com clareza o significado da idolatria (1 Coríntios 10:7).
Moisés usou as especiarias para fazer o óleo da unção e o incenso aromático (Êxodo 30:22-38). Os dois elementos mencionados nesse trecho eram usados no dia-a-dia do povo para várias outras finalidades (1 Reis 17:12-14; Cântico dos Cânticos 4:14; Ezequiel 27:19; Mateus 2:11; João 19:39). A diferença, no entanto, se dava a partir do momento em que, uma vez ofertados para o trabalho do Senhor, eram separados para serem usados como Deus definiu.
O servo Moisés misturou os ingredientes, de acordo com o mandamento do Senhor, e fez o óleo e o incenso para o tabernáculo.
Se alguém usasse elementos consagrados a Deus para qualquer outra finalidade, seria julgado por pecado digno da pena de morte (Êxodo 30:33,38).
Hoje, como na antiguidade, a oferta de cada cristão não engloba somente a contribuição com dízimos e ofertas. Jesus trouxe para o ser humano o entendimento da verdadeira oferta. Além da ajuda financeira, que é bíblica, o cristão precisa ter propósitos de amor ao próximo e essa fatia tem muito a ver com a mulher de Deus.
São as mulheres que ocupam a maior parte dos bancos das igrejas em todo o mundo. Elas possuem uma unção sem limites para tratar de assuntos ligados à ajuda humanitária. O homem dirige com muita facilidade, mas a mulher administra, mesmo que por trás dos panos, com uma eficácia sem limites.
A ceara é grande, mas os trabalhadores são poucos. Assim como Jesus contou com um grupo de mulheres em seu ministério terreno, hoje não é diferente. A mulher continua tendo o seu valor indispensável dentro da Obra de Deus e o seu brilho conta com uma coroa. Essa não vem da mão de homens, mas do próprio Deus.
Preparada para se quebrantar?
Todas as grandes mulheres de Deus, que tiveram seus nomes registrados nas páginas das Escrituras Sagradas, passaram por um processo de quebrantamento. O quebrantamento é a condição necessária para que Deus mude radicalmente a vida de uma pessoa. A estabilidade da conversão e a santificação são itens de peso, e o cuidado em confirmá-los dia-a-dia não pode ser motivo de conflito interior.O quebrantamento não pode ser negligenciado, pois é um dos fatores mais importantes na construção do caráter espiritual de uma pessoa. É através dele que Deus, em sua infinita misericórdia, libera perdão a seus filhos. “Perto está o SENHOR dos que têm o coração quebrantado e salva os de espírito oprimido”. (Salmos 34:18).
A verdade é que ninguém gosta de se quebrantar. Quebrantamento exige humilhação e reconhecimento de limitações diante de Deus. É o momento em que uma pessoa se submete à vontade do Senhor. Isso requer exercício de obediência, mas não significa que alguém deva ficar com o semblante triste e abatido. Ao contrário do que se possa imaginar; apesar de o primeiro momento de um quebrantamento parecer doloroso, os frutos dessa ação serão sempre de muita alegria e bênção.
Existem pessoas que derramam rios de lágrimas na presença de Deus, mas nunca experimentaram o quebrantamento. Este não é um sentimento, mas uma decisão. Ninguém pode se quebrantar somente uma vez e declarar que é uma pessoa quebrantada, pois não se trata de uma experiência única. Quebrantamento é todo um processo contínuo, um estilo de vida.
É a destruição da nossa vontade, dando livre acesso ao Espírito Santo para agir sem reservas dentro do nosso eu. Deus sempre permitirá situações na vida de seus filhos para que haja um verdadeiro quebrantamento. Ele quer usar pessoas quebrantadas e não orgulhosas, e quem paga o preço certamente prova o sobrenatural de Deus.
Ser de Deus... Ser exemplo
Mesmo assumindo tarefas importantes como um bom emprego ou sendo uma profissional liberal e até mesmo uma empresária, a serva do Senhor deve buscar forças em Deus para ajudar a todos em sua casa. Seu marido e seus filhos precisam dela, e se esta não tiver disciplina, jamais conseguirá organizar seus afazeres. O livro de Provérbios 31 descreve bem a forma como aquela que deseja agradar a Deus deve agir para com seus familiares, mantendo o lar organizado.A escritora e conselheira Elizabeth George, no livro Bela aos Olhos de Deus, explica como zelar carinhosamente pela sua casa e família. “Não podemos esquecer da ordem de Deus: amá-Lo sobre todas as coisas, isto é, o Senhor deve estar em primeiro lugar em nossas vidas, depois o marido e então os filhos”, lembra.
Além de a mulher amar o seu marido e vê-lo como seu senhor, aquela que deseja ser agradável aos olhos de Deus jamais pode esquecer de ensinar ao seu filho o abc da mulher piedosa (veja Provérbios 31.10-31), “pois, ela conhece perfeitamente os benefícios que a disciplinada pode trazer ao seu lar e, por isso, deve apresentar ao seu filho(a) os três passos para o sucesso na administração da casa”, diz a escritora.
O primeiro passo é levantar-se cedo, pois este complementa os outros. Segundo, ser sempre temente ao Senhor; e o fato de levantar-se cedo permitirá a ela fazer suas orações diárias, mantendo sua casa não só organizada, mas também a chama do seu coração pelo Senhor, através das orações matinais e leitura da Bíblia.
O terceiro passo: dar mantimentos a sua família. O pão diário de sua família é o principal motivo para levantar-se cedo. O marido e os filhos dependem dela para receber o alimento de que necessitam.
Em terceiro: de acordo com Provérbios 31.15 (“e dá a tarefa a suas servas”), assume-se que a serva do Senhor emite ordem de trabalho que relaciona os deveres do dia. Sendo assim, “ela tem o trabalho de planejar e de organizar, mas suas servas também precisam ter seus deveres”, diz Elizabeth.
A escritora, com base em Provérbios, conclui que diante de tantas tarefas a serem feitas pela serva do Senhor para manter o lar em paz, feliz e organizado, tudo flui muito melhor quando se levanta cedo. A chave-mestra para se manter o bom andamento de seu lar, ordem, eficiência na casa inteira e para ser um exemplo para sua casa é organizar-se desde cedo. “Você presenteia o seu marido com paz de espírito e bem-estar, porque ele confiará em seu poder de administração e sentirá tranqüilidade. Além disso, você oferece aos seus filhos um exemplo de como deverão administrar seu próprio lar e negócios. A bela mulher descrita em Provérbios deve ser um exemplo para aquelas que servem a Deus”, finaliza.
Jejum: A espada do cristão
É através do jejum que o homem mostra a Deus a sua dependência e imensa necessidade de ajuda. No livro de Esdras 8:21 está documentado que o escriba (copista da lei de Moisés) entendido na lei de Moisés, proclamou um jejum junto ao rio Ava, para se humilhar juntamente com todo o povo diante de Deus, com o objetivo de pedir um caminho seguro.
A Palavra de Deus orienta em Mateus 6:17-18 que quando o homem for fazer um jejum, deve ungir a cabeça, e lavar o rosto, para não parecer que está jejuando. Mas que o Pai, que vê em secreto, recompensará. Isso significa dizer que a pessoa que está jejuando deve ser discreta e de maneira alguma sair falando para os outros no intuito de aparentar ser alguém espiritual. Isso é vaidade.
O jejum pode funcionar como um simples regime alimentar. A Bíblia documenta em Daniel 10:2-3 “Naqueles dias eu, Daniel, estava pranteando por três semanas inteiras. Nenhuma coisa desejável comi, nem carne nem vinho entraram na minha boca, nem me ungi com ungüento, até que se cumpriram as três semanas completas.”
Quando alguém pensa em fazer um jejum, a primeira coisa a ser definida é o objetivo do jejum. Pode ser por uma renovação espiritual, por uma cura, pela solução de um problema, forças para enfrentar uma situação difícil. O jejum é uma arma valiosa na mão do cristão, pois é através dele que o servo fica mais sensível a escutar a voz de Deus.
Jesus não aboliu o jejum, ao contrário, no livro de Mateus 6.16-18; 9.14,15), o mestre alerta para a questão de quando os crentes iriam jejuar e não se eles jejuariam.
Algumas coisas importantes devem ser avaliadas antes de começar a jejuar. A duração do jejum deve ser avaliado com sabedoria, e a direção de Deus. Pessoas que não estão acostumadas a jejuar com freqüência, não devem fazer jejuns prolongados. A escolha do jejum pode ser feita a partir da abstinência de uma refeição, ou de um dia, ou uma semana, várias semanas, ou até mesmo quarenta dias.
A direção de Deus é imprescindível já que é Ele quem põe o desejo no coração do homem de que tipo de jejum deve ser adotado: de água, apenas, ou de água e sucos; de comida; de ambos, enfim.
Outro fator importante é de quais atividades a pessoa irá abdicar e quanto tempo dedicará à oração e à leitura da Bíblia.
A preparação espiritual também é muito importante; pecados não confessados certamente anulam as orações.
Se uma pessoa faz uso de alguma medicação ou tem alguma enfermidade, é importante consultar o médico antes de iniciar o jejum.
O corpo deve ser preparado com pequenas refeições antes de começar o jejum. Alimentos de alto teor de gordura e açúcar devem se evitados. Se o jejum for longo, é aconselhável a ingestão de frutas e verduras cruas por 2 dias antes de começá-lo e as atividades devem ser limitadas. A cefaléia é comum na retirada de café e açúcar.
Dicas que edificam
Comece o jejum com louvor e adoração - Medite na Palavra de Deus – Peça ao Espírito Santo que trabalhe em sua vida - Ore pedindo a Deus que o use no sentido de influenciar as pessoas que estão em sua volta – Separe um tempo sozinho, sem pressa para buscar a face de Deus - Evite televisão e tudo que possa desviar sua atenção do seu foco espiritual - Se alimente de tudo que possa lhe aproximar de Deus.
A Palavra de Deus orienta em Mateus 6:17-18 que quando o homem for fazer um jejum, deve ungir a cabeça, e lavar o rosto, para não parecer que está jejuando. Mas que o Pai, que vê em secreto, recompensará. Isso significa dizer que a pessoa que está jejuando deve ser discreta e de maneira alguma sair falando para os outros no intuito de aparentar ser alguém espiritual. Isso é vaidade.
O jejum pode funcionar como um simples regime alimentar. A Bíblia documenta em Daniel 10:2-3 “Naqueles dias eu, Daniel, estava pranteando por três semanas inteiras. Nenhuma coisa desejável comi, nem carne nem vinho entraram na minha boca, nem me ungi com ungüento, até que se cumpriram as três semanas completas.”
Quando alguém pensa em fazer um jejum, a primeira coisa a ser definida é o objetivo do jejum. Pode ser por uma renovação espiritual, por uma cura, pela solução de um problema, forças para enfrentar uma situação difícil. O jejum é uma arma valiosa na mão do cristão, pois é através dele que o servo fica mais sensível a escutar a voz de Deus.
Jesus não aboliu o jejum, ao contrário, no livro de Mateus 6.16-18; 9.14,15), o mestre alerta para a questão de quando os crentes iriam jejuar e não se eles jejuariam.
Algumas coisas importantes devem ser avaliadas antes de começar a jejuar. A duração do jejum deve ser avaliado com sabedoria, e a direção de Deus. Pessoas que não estão acostumadas a jejuar com freqüência, não devem fazer jejuns prolongados. A escolha do jejum pode ser feita a partir da abstinência de uma refeição, ou de um dia, ou uma semana, várias semanas, ou até mesmo quarenta dias.
A direção de Deus é imprescindível já que é Ele quem põe o desejo no coração do homem de que tipo de jejum deve ser adotado: de água, apenas, ou de água e sucos; de comida; de ambos, enfim.
Outro fator importante é de quais atividades a pessoa irá abdicar e quanto tempo dedicará à oração e à leitura da Bíblia.
A preparação espiritual também é muito importante; pecados não confessados certamente anulam as orações.
Se uma pessoa faz uso de alguma medicação ou tem alguma enfermidade, é importante consultar o médico antes de iniciar o jejum.
O corpo deve ser preparado com pequenas refeições antes de começar o jejum. Alimentos de alto teor de gordura e açúcar devem se evitados. Se o jejum for longo, é aconselhável a ingestão de frutas e verduras cruas por 2 dias antes de começá-lo e as atividades devem ser limitadas. A cefaléia é comum na retirada de café e açúcar.
Dicas que edificam
Comece o jejum com louvor e adoração - Medite na Palavra de Deus – Peça ao Espírito Santo que trabalhe em sua vida - Ore pedindo a Deus que o use no sentido de influenciar as pessoas que estão em sua volta – Separe um tempo sozinho, sem pressa para buscar a face de Deus - Evite televisão e tudo que possa desviar sua atenção do seu foco espiritual - Se alimente de tudo que possa lhe aproximar de Deus.
A força da mulher de Deus
A mulher que Deus quer usar não é uma supermulher. É aquela que vive segundo o que Ele planejou e não de acordo com o que o sistema do mundo ensina ou espera dela. A mulher cristã vive no mundo, mas não pertence a ele. As regras que regem a sua vida vêm do Trono de Deus. “Vós não sois do mundo, pelo contrário, dele vos escolhi...” João 15:19.Onipotente, oniciente e onipresente. Aprenda que Deus sabe exatamente qual é o seu lugar na família, na sociedade e principalmente em SEU Reino, que é um lugar de honra.
Uma mulher que quer ser usada por Deus precisa ter um encontro real com Ele. Deus não chama pessoas prontas. Prova disso é a história de Maria Madalena. Os judeus queriam apedrejá-la por adultério. Jesus descortinou a hipocrisia do povo jogando a responsabilidade do julgamento nas mãos de cada um. Já que todos ali presentes também pecavam de alguma forma.
Pois foi essa Maria, ex-adúltera, que recebeu a honra de ser a primeira pessoa a ver Jesus após a ressurreição. E também a portadora das boas novas aos discípulos.
Ela grudou no mestre em todo o tempo e em várias passagens podemos comprovar a presença de Maria sempre auxiliando Jesus. Os judeus queriam apedrejá-la pelo seu pecado, mas Jesus olhou profundamente para dentro daquela mulher e viu algo muito além. Jesus não olha para os pecados do homem, mas para as possibilidades que há dentro dele de ser uma pessoa melhor.
Um dos grandes segredos que Jesus revelou à mulher samaritana foi a entrada para a adoração. A mulher que Deus usa é uma adoradora e discípula. Nada pode ser mais importante em sua vida do que anunciar o Evangelho de Cristo. Maria Madalena esteve ao lado de Jesus até o último momento. Essa é a mulher que tem a força de Deus dentro dela e jamais subestima a sua capacidade, pois essa vem das mãos do Senhor.
terça-feira, 25 de março de 2008
O mundo não sabe o que é o amor
Essa tem sido a palavra chave para a inspiração dos artistas em todo o mundo. Ela tem feito parte de quase todas as canções e poemas, de quase todos os povos. Por ele se tem cometido tanto o bem quanto o mal, e provavelmente mais males que bens, pois o amor tem sido confundido com paixões desenfreadas, mesclado com egoísmo, e se corrompido com os corruptos que pervertem a verdade e a pureza que Deus criou. Por isso, a Humanidade é completamente ignorante a respeito deste assunto, porque, para conhecê lo, é preciso que primeiro se conheça a fonte dele.
O mundo não sabe o que é amar, muito menos o que significa o amor, razão pela qual temos presenciado tanta miséria, fome, guerras, e toda a sorte de destruição e caos por todos os quatro cantos da Terra. O amor que este mundo tem cultuado é o apego ao dinheiro, a pessoas, coisas, e a si próprio.
Deus é amor. Para que possamos entender o real sentido do amor, é imprescindível que conheçamos Deus; e, para isso, a primeira coisa a fazer é aceitar a Sua máxima expressão de amor por nós, ou seja, o Seu Filho Jesus Cristo.
É maravilhoso o amor de Deus! Porque, quando passamos a conhecê lo, somos logo convidados a participar desse amor, através do Senhor Jesus: “Porque Deus amou ao mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo o que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna.” (João 3.16).
Verificamos, de imediato, que o amor puro e verdadeiro começa com uma dádiva; exatamente o oposto do amor deste mundo, que está mais interessado em receber que dar.
A partir da aceitação desse amor divino, começamos a enxergar a grandeza, a amplitude e a extensão do que representa o amor. O Espírito Santo deu ao apóstolo Paulo um resumo do sentido do amor, e este disse:
“Ainda que eu fale as línguas dos homens e dos anjos, se não tiver amor, serei como o bronze que soa ou como o címbalo que retine. Ainda que eu tenha o dom de profetizar e conheça todos os mistérios e toda a ciência; ainda que eu tenha tamanha fé, a ponto de transportar montes, se não tiver amor, nada serei. E ainda que eu distribua todos os meus bens entre os pobres e ainda que entregue o meu próprio corpo para ser queimado, se não tiver amor, nada disso me aproveitará. O amor é paciente, é benigno; o amor não arde em ciúmes, não se ufana, não se ensoberbece, não se conduz inconvenientemente, não procura os seus interesses, não se exaspera, não se ressente do mal; não se alegra com a injustiça, mas regozija-se com a verdade; tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta. O amor jamais acaba; mas, havendo profecias, desaparecerão; havendo línguas, cessarão; havendo ciência, passará; Agora, pois, permanecem a fé, a esperança e o amor, estes três; porém o maior destes é o amor"(1 Coríntios 13.1 8;13)
Temos, então, nesses simples versículos, os parâmetros do amor, exatamente como ele foi criado e como se realiza na vida de quem o sente. Percebe-se basicamente que ele se dirige numa única direção, isto é, tem como prioridade dar sem esperar nada em troca.
Bispo Edir Macedo
O mundo não sabe o que é amar, muito menos o que significa o amor, razão pela qual temos presenciado tanta miséria, fome, guerras, e toda a sorte de destruição e caos por todos os quatro cantos da Terra. O amor que este mundo tem cultuado é o apego ao dinheiro, a pessoas, coisas, e a si próprio.
Deus é amor. Para que possamos entender o real sentido do amor, é imprescindível que conheçamos Deus; e, para isso, a primeira coisa a fazer é aceitar a Sua máxima expressão de amor por nós, ou seja, o Seu Filho Jesus Cristo.
É maravilhoso o amor de Deus! Porque, quando passamos a conhecê lo, somos logo convidados a participar desse amor, através do Senhor Jesus: “Porque Deus amou ao mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo o que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna.” (João 3.16).
Verificamos, de imediato, que o amor puro e verdadeiro começa com uma dádiva; exatamente o oposto do amor deste mundo, que está mais interessado em receber que dar.
A partir da aceitação desse amor divino, começamos a enxergar a grandeza, a amplitude e a extensão do que representa o amor. O Espírito Santo deu ao apóstolo Paulo um resumo do sentido do amor, e este disse:
“Ainda que eu fale as línguas dos homens e dos anjos, se não tiver amor, serei como o bronze que soa ou como o címbalo que retine. Ainda que eu tenha o dom de profetizar e conheça todos os mistérios e toda a ciência; ainda que eu tenha tamanha fé, a ponto de transportar montes, se não tiver amor, nada serei. E ainda que eu distribua todos os meus bens entre os pobres e ainda que entregue o meu próprio corpo para ser queimado, se não tiver amor, nada disso me aproveitará. O amor é paciente, é benigno; o amor não arde em ciúmes, não se ufana, não se ensoberbece, não se conduz inconvenientemente, não procura os seus interesses, não se exaspera, não se ressente do mal; não se alegra com a injustiça, mas regozija-se com a verdade; tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta. O amor jamais acaba; mas, havendo profecias, desaparecerão; havendo línguas, cessarão; havendo ciência, passará; Agora, pois, permanecem a fé, a esperança e o amor, estes três; porém o maior destes é o amor"(1 Coríntios 13.1 8;13)
Temos, então, nesses simples versículos, os parâmetros do amor, exatamente como ele foi criado e como se realiza na vida de quem o sente. Percebe-se basicamente que ele se dirige numa única direção, isto é, tem como prioridade dar sem esperar nada em troca.
Bispo Edir Macedo
O que é a Palavra de Deus?
Assim como “pela fé” entendemos que o universo foi formado pela Palavra de Deus, de maneira que o invisível veio a existir das coisas que não aparecem” (Hebreus 11.3), também a Iurd nasceu, cresceu e vem se estabelecendo em todo o mundo mediante um único poder: o Poder da Palavra de Deus executado pelo Espírito Santo.
Sim, as escrituras sagradas do Antigo Testamento e do Novo Testamento formam a Palavra de Deus, também chamada de Bíblia Sagrada.
Em tempos remotos o Espírito Santo separou homens de acordo com o Seu coração e os inspirou para expressar, de forma escrita, Seus pensamentos, Sua vontade e Seu plano de salvação para a raça humana. (2 Timóteo 3:16; 2 Pedro 1:19:21).
A Bíblia é a única regra de fé e prática para a salvação humana. (Apocalipse 22:18-19; Gálatas 1:8-9; Lucas 16:29,31)
Bispo Edir Macedo
Sim, as escrituras sagradas do Antigo Testamento e do Novo Testamento formam a Palavra de Deus, também chamada de Bíblia Sagrada.
Em tempos remotos o Espírito Santo separou homens de acordo com o Seu coração e os inspirou para expressar, de forma escrita, Seus pensamentos, Sua vontade e Seu plano de salvação para a raça humana. (2 Timóteo 3:16; 2 Pedro 1:19:21).
A Bíblia é a única regra de fé e prática para a salvação humana. (Apocalipse 22:18-19; Gálatas 1:8-9; Lucas 16:29,31)
Bispo Edir Macedo
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